novidade

LIVRO Sob o signo da História Comparada: a enfermagem na Europa do Sul

FICHA TÉCNICA

TÍTULO: Sob o signo da História Comparada: A Enfermagem na Europa do Sul

COORDENADORES: Constança Festas; Carlos Louzada Subtil; Luís Octávio de Sá; Rui Manuel; Pinto Costa
LOCAL: Porto
EDIÇÃO: Sociedade Portuguesa de História da Enfermagem
ANO DA EDIÇÃO: 2019
ISBN: 978-989-20-7568-6

XII Congresso Internacional de História da Loucura, Psiquiatria e Saúde Mental / IV Simpósio Internacional Mulheres e Loucura

12-14 junho 2021

Devido à pandemia de Covid-19 o XII CIHLPSM será realizado excecionalmente online – via zoom / Due to the Covid-19 pandemic, XII CIHLPSM will be exceptionally held as a virtual congress this year

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https://www.shis.pt/

Envio de resumos para propostas de comunicação/abstract submission: até 8 de maio de 2021 / until 8 may 2021

HOSPITALIS-21
II Encontro Internacional de História dos Hospitais

Paraninfo Digital, 22-23 abril 2021

Un encuentro virtual con emisiones síncronas y en diferido

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Los Hospitales ante las epidemias

El hospital como institución de salud por excelencia es uno de los espacios emblemáticos que precisa abordajes desde la complejidad. En la actual pandemia, la ocupación de determinadas unidades hospitalarias han sido el indicador para tomar decisiones políticas asociadas al estado de alarma sanitaria. Por ello merece la pena realizar una mirada retrospectiva para profundizar en el papel que las instituciones hospitalarias han desempeñado durante las épocas de epidemias y otras catástrofes.
En HOSPITALIS 2021 nos proponemos analizar el hospital como institución de salud en relación con las necesidades y expectativas de la ciudadanía y por tanto invitamos a la comunidad científica a realizar aportaciones al evento desde una perspectiva pluridisciplinar (histórica, cultural y social)

Curso Breve Online | História das Epidemias em Portugal

7 de maio a 4 de junho de 2021

Centro Interpretativo Memórias da Misericórdia de Braga

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Desde sempre, as doenças e as epidemias são agentes de angústia, sofrimento, morte e miséria. Por outro lado, também refletem o modo de vida das sociedades, designadamente os seus comportamentos e ocupações, os seus hábitos alimentares e de consumo, além de afetarem o seu quotidiano, bem como as formas de organização familiar, social e económica. Deslocam-se com o ser humano, não conhecem fronteiras e facilmente atingem uma dimensão global. Além do mais, tomam múltiplas formas, pelo que, reconhecida a sua mobilidade e variabilidade, importa atender aos contextos em que ocorrem.

Geralmente, as epidemias são causadas por um agente patogénico (vírus ou parasita) que, quando assume um caráter infectocontagioso, pode originar grandes surtos pestíferos. Podem ter contornos endémicos quando o mal se circunscreve a uma região, epidémicos quando alastra de forma rápida, e pandémicos quando se globaliza. A história mostra que algumas epidemias surgem da mutação de agentes (caso da influenza, vírus causador da gripe) ou de novos vírus, como é o caso do responsável pelo ébola ou pelo HIV/SIDA.

A pretensão de explicar, controlar e combater a doença e os surtos epidémicos sempre acompanhou o ser humano e está patente na procura de meios que impeçam o seu aparecimento e disseminação, que atenuem ou superem os seus efeitos. A par doutras instituições, desde há muito que os estados tomaram a seu cargo essa tarefa, movidos não apenas por razões humanitárias, mas também pelo valor económico e militar dos seus efetivos populacionais.

A partir do século XVI, com as expansões europeias, tem início a globalização da economia. Os contactos, cada vez mais frequentes, entre povos distantes, além de inúmeras vantagens, também facilitaram a deslocação de agentes patogénicos e a disseminação de doenças. Vários autores, como Alfred Crosby, utilizam a expressão “imperialismo ecológico”, lançando a ideia, embora não consensual, de que os impérios europeus do século XVI se edificaram à custa da propagação de doenças (varíola e tifo), particularmente o espanhol, que, de outra forma, não teria conseguido derrotar as civilizações existentes nos Andes ou no México.

Chegados ao século XIX, com a revolução dos transportes e a consequente facilitação de contactos com terras e populações distantes, entre outros fatores, as epidemias expandem-se e rapidamente ultrapassam todo o tipo de barreiras, como se observa, de forma mais evidente, no século XX e, em particular, como mostra a pandemia que afeta toda a Humanidade no tempo presente.

Cabe à História estudar e dar a conhecer, entre outros aspetos, o modo como as sociedades, em contextos diversos, encaravam e procuravam combater as epidemias e as consequências delas resultantes, designadamente as de caráter económico, social, cultural e político.

Seminário Internacional Vulnerabilidades Sociais e Saúde

11, 12 e 13 de março de 2021

Instituto Politécnico de Setúbal |
Edifício ESCE/ESS

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Com o objetivo de discutir temas relacionados com as vulnerabilidades sociais e de saúde, a Escola Superior de Saúde (ESS) e a Escola Superior de Ciências Empresariais (ESCE) do Instituto Politécnico de Setúbal (IPS), em parceria com o Centro Interdisciplinar de História, Culturas e Sociedades (CIDEHUS, Universidade de Évora), estão a organizar o 3º Seminário Internacional Vulnerabilidades Sociais e Saúde, subordinado ao tema “Epidemias: uma análise interdisciplinar”, que terá lugar nos dias 11, 12 e 13 de março de 2021, transmitido por videoconferência.
Nesta 3ª edição, foram contituidos painéis temáticos com oradores nacionais e estrangeiros de modo a dar ao seminário uma perspetiva internacional, com o objetivo de expandir a participação a novos autores nacionais e internacionais com comunicações livres nas áreas temáticas do seminário.
Será um espaço de debate interdisciplinar entre a História, outras Ciências Sociais e a Saúde, sobre as problemáticas em questão, os seus atores e a intervenção social e política em torno destas. Procura-se que os investigadores e outros profissionais de várias áreas do saber, nacionais e internacionais, partilhem a sua investigação e/ou práticas de intervenção.

Jornal Enfermeiro

O legado de Florence Nightingale e a recomposição de saberes e práticas da enfermagem
Carlos Louzada Subtil/em>

Prémios SPHE | regulamento

janeiro, 2020

Prémio SPHE de História da Enfermagem 2021

AVISO – Edital

A direção da Sociedade Portuguesa de História da Enfermagem (SPHE), atribui um prémio denominado Prémio SPHE de História da Enfermagem, com a periodicidade bianual, aos melhores trabalhos de investigação sobre História da Enfermagem.
O Prémio de História da Enfermagem, pretende distinguir os autores de dissertações académicas ou de outros trabalhos de investigação realizados no âmbito da História da Enfermagem.
Incluem-se também os trabalhos provenientes das diversas disciplinas das ciências sociais que contribuam para o estudo da realidade histórica da enfermagem.
O Prémio destina-se a investigadores de nacionalidade portuguesa ou dos países de língua oficial portuguesa, residentes no país ou no estrangeiro.
O Prémio é constituído por um montante pecuniário de 1.000 euros, atribuído ao primeiro classificado. Poderão ser também atribuídas menções honrosas, até um máximo de duas.
O primeiro classificado terá direito à publicação editada, caso ainda não se encontre publicado.
A data limite para a entrega de originais é 31 de dezembro de 2020.
Para mais detalhes, veja o regulamento completo.

NUNES, Lucília (2019)

Bibliografia dos estudos de História da Enfermagem em Portugal – anotações e análise. Setúbal, Departamento de Enfermagem ESS-IPS. https://comum.rcaap.pt/handle/10400.26/28611

Instituto de Ciências da Saúde (Campus Foz)
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